quarta-feira, 14 de julho de 2010

O que a Solidão ensina

Estou passando por uma fase muito diferente. Experimentando a solidão pela primeira vez...
Marido teve que fazer uma viagem à negócios, e está fora desde o início do mês. Tirando esse fim de semana (em que se dignará a me visitar), vou continuar all by myself inté fim do mês. Pesado, néam?

Aliás, viver com uma pessoa como ele significa ter muitas emoções sempre, pq ele tá sempre de gracinha me surpreendendo.

Dessa vez foi a tal viagem, já que eu sempre sou a última a saber. E vem em pílulas, sabem? Primeiro disse que ia pra Brasília passar "uns dias". Depois, virou uma semana. Depois, acabou confessando que seriam 2 semanas. E eu já me debatendo de terror =(
Daí a gracinha liga de lá, no segundo dia, e joga a bomba de que seria o mês todo. Vejam bem, ele esperou estar longe que era pra não precisar me enfrentar. Lindo, não?

Claro que ficar solo em casa, sem trabalhar e, vá lá, vamos ser sinceros, sem estudar tb, é barra. Mas é claro que estouraram várias crises nesses dias, e aconteceu DE TUDO por aqui. E eu sozinha sem saber como me locomover pela cidade pra ver as coisas (sim, pq uma das funções mais importantes do Rodrigo é a de ser meu motorista particular =P)

Mas o que estava dizendo mesmo?

Enfim, descobri que dá pra aguentar ser sozinha mesmo. Mas não sem alguma atividade preenchendo os dias.
E ó, sinceramente, tendo em vista o caminhão de relacionamentos falidos e bizarros com que me deparo, acho que meu casamento é SUPIMPÃO, visse?

Resumo da história? a solidão me ensinou que dá pra ser sozinha. Mas que a felicidade verdadeira pra mim tem nome e sobrenome: Rodrigo Palacio. E tenho dito!

Parem o mundo que eu quero descer...

Oi mundo!

Não, eu ainda não desisti desse blog não. AINDA!

Mas sinceramente, quando a vida parece mais atabalhoada que roteiro de novela do SBT, é tempo de parar e ficar em posição fetal no canto do quarto, não?

Aliás, como eu tenho apregoado por aí, eu mesma ÓTEMA! O mundo ao meu redor é que resolveu experimentar uma fase esquizofrenóide e fiquei (e estou) perdidinha, rodando que nem galinha sem cabeça...

Na verdade, o meu maior medo é essa febre de caos pegar em mim. CREDO! Rs