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domingo, 7 de setembro de 2014

Sentimento de culpa

Eu SONHEI essa noite que tinha me inspirado a escrever no blog. Juro. 

Note bem, não é que falte assunto. Falta é coragem!

MALZAÊ se ñ fez sentido, bebi demais ontem e madruguei esse domingo, ñ to boua ñ. Aliás, acho q o filho ta beubinho de tabela. Oi?

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Cotidiano

Todo dia ela faz tudo sempre igual, 
levanta as 7, faz café, arruma filho, toma banho, passa na creche, enfrenta trânsito, trabalha, passa no mercado / padaria / farmácia, brinca com neném, prepara a janta e vai dormir. 
Dias bons, dias nem tanto (hoje foi bom! Rs), e a vida segue.

PS: to pensando em encarar um Segundinho. Não agora (ou não. To doida de tanta dúvida kkkk). Não por acaso já tem nome, e esse post é a dica RYSOS

sábado, 5 de julho de 2014

Nada muda

Impressionante é vc reler o próprio blog depois de DOIS FUCKING ANOS e perceber que todas as crises, percepções, problemas e neuroses continuam iguais. Meu pai, a pessoa aqui ñ consegue evoluir!!!

Tenho pensado em voltar. Tudo por contar, adivinhem, das mesmas coisas de sempre: solidão, inadequação, desconforto social, etc. Será q devo? Mas ñ é muito ridículo?

Esses 2 anos (mais?) foram DE LONGE os mais importantes da minha vida. Emagreci 50 quilos e tive filho, ou seja, resolvi os sonhos que tinha planejado pra minha vida adulta. E o mais bizarro é que por melhor q seja essa vida, eu continuo com aquela sensaçãozinha de ~ OH WAIT ~ diante da vida...

Sei lá, vou pensar se vale. Acho q sim.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

What the hell am I doing here?

Não sei se eu já contei aqui que na minha adolescência eu tinha um vício maravilhoso de sair sozinha. Claro q eu tinha todo o cuidado do mundo (tá, quase todo o cuidado) e só ia pra lugares que fossem seguros, com seguranças, perto de algum lugar conhecido, e sempre, SEMPRE com dinheiro o suficiente pra voltar pra casa de taxi.

Enfim, curtia muitíssimo a vibe de sair sozinha. Eu achava um saco sair com as minhas amigas e, meu deus do céu, mulher é um bicho extremamente difícil pra caralho socorro.

Então eu inventei um amigo imaginário q tinha carro, era rico, os pais eram super legais. E meu pai super acreditava que esse rapaz adorável (e lindo mas meio bicha) me pegava em casa pra levar pras festas toda semana. Pois é, tenho uma imaginação fértil.

Daí eu aproveitava que tinha esse suposto amigo pra sair muito. Muito mesmo. Ainda nas piores fases pré-vestibular eu saia uma vez por semana. No mínimo. E em 90% das vezes, sozinha mesmo. Ora bolas, era a coisa mais divertida do mundo sabe?

Claro que eu conheci um monte de gente na noite, e sempre tinha com quem fofocar nas boates. Mas eu IA e VINHA sozinha. AH, O DOCE SABOR DA LIBERDADE...

(Estou divagando, pq eu comecei a contar essas coisas mesmo?)

Essa coisa de sair sozinha atendia meus requisitos neuróticos de liberdade, mas não ajudou muito na impressão que eu tinha (e ainda tenho) de que eu não pertencia a nenhum lugar. Claro, eu tinha muitos e muitos grupinhos com os quais convivia pacificamente. Mas eu nunca fiz parte de um desses grupos. Eu era a outsider. sempre. sempre.

Daí q eu já tinha muita noção desse aspecto da minha vida desde cedo. Na escola eu tb não fazia parte de nenhuma panela. É claro q tinham grupos em que eu tinha algum trânsito, outros menos, e pros populares eu nem existia. Mas nem no grupo dos freaks eu fui bem aceita. Na verdade nunca quis.

E enquanto eu estava dançando alucinadamente no queijo da Bunker (beijo Bunker, pra sempre em meu S2), e o DJ Edinho colocava Radiohead, eu sentava e chorava. TODA VEZ. Aquela louca que ia dançar sozinha toda semana, sem beber e ralando muuuuuito no sofá vermelho (ai Bunker, q saudades) sentava no meio do queijo e chorava. Pq olha, Creep é vida.

E eu segui a vida com essa mesma sensação. Continuo não fazendo parte de nenhum grupo. Continuo interagindo com punhados aleatórios (e queridos, não me levem a mal) de pessoas, mas sem fazer parte da história delas. A minha história? está aqui recheadas de rostos e danças e beijos e papos de gente que nunca mais vou ver. Trágico, se vcs querem saber o q eu penso...



Sei que já escrevi bastante. Mas não O bastante.

Eu entro nessas redes sociais do inferno e percebo que as pessoas da faculdade continuam andando juntas. As pessoas dos cursinhos tb. A galera da escola? toda hora saem juntos. O povo da adolescência, vixe maria, ainda são um grupo (ou vários). E eu? e a Patrícia? O que eu tenho de tão errado que não consigo manter um vínculo duradouro com ninguém? E pq diabos eu sinto falta disso, se nunca fiz questão mesmo? as pessoas me cansam taaaaanto. 


terça-feira, 24 de abril de 2012

5 meses sem vontade de postar

Pois é. Eu tava curtindo ser magra gente. hahahahaha

Mentira, só preguiça de me expor ao ridículo que é não ter ninguém interessado.

A vida tá linda, apesar dos seus pesares. Nada de mais...

Deixem-me ver. Nos últimos 5 meses eu emagreci 30 quilos (YAY), comprei um apartamento (BIG YAY), trabalhei bastante, me diverti um pouco, desenvolvi novos hobbies, etc etc.

Tô com vontade de coltar a escrever sobre o que seria o foco desse blog: minhas opiniões sobre a dificuldade que tenho em me entregar à alegria. Quem sabe?

Enfim, vou pensando nisso.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Primeiro mês da nova vida

Apesar deste título cafona, ainda não tem um mês da cirurgia não. Mas falta pouco, já que operei dia 4 de novembro, então beleza....

A vida anda agitada, apesar de eu estar morrendo de tédio nesse tempo longe do trabalho E da vida social. Emendei férias na licença saúde e sinceramente não foram boas férias, já que eu não posso beber ou passear muito. Deve ter servido pra eu descansar bastante, é claro, mas serviu mais pra me matar de preguiça do mundo.

A pior parte, pelo que falam, já passou. 20 longos dias fazendo dieta líquida. Além de ter sido desagradável a parte de tomar litros de Ades Zero (malandro, que parada ruim) e sopa aguada e sem gosto, tb tinha essa parte insuportável de limitar as minhas saídas. A menos que eu decidisse carregar um farnel de sucos e sopas cada vez q punha o pé na rua.

Daí estou numa fase chamada de dieta pastosa, que nem é muito pastosa pra falar a verdade. Pode vitaminas (com leite desnatado e adoçante), purês de legumes (ou eles bem cozidos e amassados), frutas amassadas, e sopas de consistência normal (batidas no liquidificador), além de carne moída, frango e peixe desfiado, frozen iogurte, etc etc.

Te contar que a primeira vez que eu resolvi comer macarrão era do tipo cabelinho de anjo e eu aguentei no máximo 2 colheres de sopa e QUIS MORRER.

Pq esse é o meu atual problema: não tenho prazer algum comendo. Se antes eu passava o dia planejando o que ia comer, agora olho pro relógio e fico maldizendo a hora das refeições. Deveriam ser a cada 2 horas, mas nem a pau que eu vou sofrer 40 minutos a cada duas horas. não vou e não quero nem saber.

Passei da fase em que o meu maior pavor era não conseguir emagrecer, para uma depressão cafona, em que estou morrendo de medo de não poder voltar a ter prazer com a comida. Comer pouco eu sabia que era o objetivo, e inclusive tinha que ser, ou então morreria obesa. Mas perder o prazer com a comida definitivamente não estava nos meus planos.

Perdi uma amiga muitíssimo querida (a comida), e realmente sinto que é um luto sofrido. Talvez com a perda de peso, ou a melhora no quesito de opções de comida, eu volte a sentir alegria. No momento, tô pra baixo pra caramba, isso sim!

Então é isso. A vida está indo, 10 quilos se foram (e nem acho muito, mas tá super dentro das expectativas), planejando me mudar DE NOVO, e torcendo secretamente pra uma promoção no trabalho ainda em 2011. Só me falta poder comemorar as conquistas com aquela cerveja gelada que me visita diariamente nos sonhos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

quem é vivo... cêis já sabem

OI GENTE!!!

(agora vou fingir que esse blog não está cheio de teia de aranha nos cantos e seguir escrevendo como se estivesse tudo normal, ok?)

Então, muita água rolou desde a última vez q eu loguei no blogguer, né não? Fazer o q? eu sou assim mesmo, preguiçosa pra escrever e tals.

Vim aqui pq já tive vontade pelo menos umas 1000 vezes de excluir essa bagaça, mas de vez em quando dá vontade de vir e contar um cadinho da vida. Aliás, eu adoro blog que tem assunto, foco, informações, etc.
Mas tb curto muito esses que têm gostinho de diário, em que a gente pode se sentir próximo da vida de quem nunca conhecemos.

Pra começo de conversa, eu vou bem, muito obrigada! E vcs? #aloka

Enfim, vim falar que eu tô pensando em escrever de novo.
No momento será apenas sobre a minha mais nova aventura: uma gastroplastia.
Sim, cirurgia de estômago.
Eu fiz e espero que dê muuuuito certo. Mas não sei ainda. Tem muito pouco tempo pra eu saber se valeu.

Ando pensando só nisso, é claro. Em comida, em sacrifícios, em esperanças.

Então vamos ver se eu me animo e conto um pouco como tem sido essa jornada sofrida....